Pandemia provocou um rombo nas contas federais, que pode atingir R$ 900 bilhões em 2020
Por DA REDAÇÃO
07/10/20 - 13h38
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Ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista coletiva
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (7) que não haverá extensão do auxílio emergencial para 2021. Ele também negou a continuação do estado de calamidade pública devido à pandemia de coronavírus, que dura até dezembro deste ano.
"Tem um plano emergencial e o decreto de calamidade que vão até o fim do ano. E no fim de dezembro acabou tudo isso", afirmou.
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Atualmente, o governo estuda a criação do Renda Brasil, que deverá substituir esse benefício e o Bolsa Família, criado no governo Lula (PT).
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